DNS Reverso: um olhar conceitual e mais aprofundado – parte 2

Na primeira parte deste artigo fizemos uma introdução ao Dns Reverso, alguns exemplos práticos, onde e como pode ser usado. Cobrimos também um pouco sobre o registro PTR, associado a resolução reversa de nomes. Já na parte final do texto, foi possível entender sobre o TLD que ainda não havíamos falado antes, o ARPA.

Originalmente, o termo ARPA era o acrônimo de Advanced Research Projects Army, uma agência de pesquisas militares dos EUA e uma das entidades por trás da ARPANET, a precursora da Internet. Independentemente do nome estar ligado a uma agência militar, o nome “arpa” acabou se tornando o que chamamos de domínio de topo ou TLD . Nos anos 2000, a sigla acabou desvinculada de sua origem militar e passou a significar “Address and Routing Parameter Area”.

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Root-Servers: Um dos pilares do serviço de DNS

Os ‘Root-Servers’ ou ‘Servidores Raiz’ são o conjunto de servidores espalhados globalmente e os responsáveis pela autoridade da ‘Root Zone’ ou ‘Zona Raiz’ – que é a tabela com toda a lista dos TLDs – Top Level Domains ou ‘Domínios de Topo’.

Esta tabela contém o próximo nível de delegação na hierarquia de nomes, pois é ela quem guarda a relação de todos os servidores autoritativos para cada um dos TLDs existentes. É esta resposta que permite um servidor de DNS Recursivo continuar realizando sucessivas queries até chegar no servidor autoritativo para o domínio procurado.

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